Oposição entrega abaixo-assinado de 128 mil assinaturas contra reforma administrativa
Documento foi recebido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, e pede suspensão da tramitação da PEC 32 na pandemia
O histórico dia 17 de janeiro de 2021, quando a Coronavac, parceria do Instituto Butantã com o laboratório Sinovac, e a vacina da AstraZeneca, parceria de seu laboratório com a Fiocruz e a Universidade de Oxford, foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária para uso emergencial contra a Covid19 no Brasil, marcou um triunfo que, à revelia de todo negacionismo e de toda a propaganda contrária aos servidores públicos, consagrou o empenho e a competência deste segmento perante a sociedade, a despeito de toda disputa política que se viu desde então.
Após a aprovação, a enfermeira e servidora pública Mônica Calazans, mulher negra de 54 anos, trabalhadora da linha de frente do combate à Covid19, tornou-se a primeira brasileira a ser imunizada em solo nacional.
O dever de todo servidor público agora é apropriar-se deste esforço, esforço de sua categoria, de sua classe, da classe trabalhadora, na luta pela vida. Defender a vacina é defender a retomada de nossas rotinas, ameaçadas pela pandemia e pela péssima gestão do governo central feita até aqui, estimulando o combate à imunização e apregoando tratamento precoce inexistente - segundo avaliação da própria Anvisa – e que contribuiu para a grave e calamitosa situação verificada em Manaus/AM.
Reforma Administrativa
Defender o esforço empreendido pelo setor público, que lutou também contra o negacionismo, significa defender nossos postos de trabalho e o serviço prestado à população, ameaçado pela reforma administrativa que trucida com o conceito de serviço público, com propostas como as contidas na PEC 32, que prevê:
Fonte: Sintrajufe
Publicado em 20/01/2021 às 11:00
Documento foi recebido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, e pede suspensão da tramitação da PEC 32 na pandemia
PEC 32 prevê mudanças mais radicais somente para futuros funcionários públicos, mas movimento no Congresso trabalha para que alguns itens atinjam quem já está no cargo